O desembargador Ricardo Vital, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), rejeitou os embargos de declaração apresentados pelos advogados e decidiu manter as prisões do Padre Egídio de Carvalho, Jannyne Dantas e Amanda Duarte no caso que envolve desvios de recursos no Hospital Padre Zé, em João Pessoa.
Os três investigados, responsáveis pela gestão do Hospital Padre Zé, buscam contestar a decisão monocrática do desembargador que determinou suas prisões. O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) aponta Padre Egídio, Jannyne e Amanda como autores de desvios que totalizam cerca de R$ 140 milhões.
A Procuradoria de Justiça também se manifestou a favor da manutenção da prisão dos suspeitos.
No último dia 28 de novembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), através do ministro Teodoro Silva Santos, negou o habeas corpus da defesa, ratificando a prisão do padre, que atualmente está detido no Presídio Especial de João Pessoa. Jannyne Dantas encontra-se presa no presídio feminino Júlia Maranhão, na Capital.
Amanda Duarte, por sua vez, cumpre prisão domiciliar devido à sua condição de estar amamentando um bebê de quatro meses.
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