• sexta-feira, 1 de novembro de 2024

O deputado estadual Wallber Virgolino (Patriota) protocolou na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) um projeto de lei que proíbe a realização de marchas da maconha no estado. A medida vem gerando polêmica e dividindo opiniões.

Para o deputado, a marcha da maconha é um “escárnio à moralidade pública” e deve ser combatida. Ele argumenta que o incentivo a esse tipo de manifestação só ajuda a estimular o uso de drogas ilícitas, inclusive as mais pesadas, o que pode resultar em aumento da violência.

“Estimular esse tipo de ‘manifestação’ só ajuda a estimular uso das drogas ilícitas, inclusive as drogas mais pesadas e, consequentemente, o aumento da violência”, disse Virgolino em nota.

O parlamentar também destacou que o direito à liberdade de expressão não pode ser exercido de maneira absoluta e que é preciso compatibilizá-lo com outras garantias constitucionais, como a proteção da vida, da saúde, da integridade física, o combate à criminalidade e a proteção da criança e do adolescente.

“Por qual motivo esses ‘usuários’ e incentivadores da marcha da maconha não passam a incentivar à marcha pela vida, à marcha pela saúde, à marcha pela construção de uma sociedade em que haja respeito à criança e ao adolescente?”, questionou, por fim, o deputado.

Confira a postagem:

REAÇÃO

Em entrevista à imprensa, o presidente estadual do PT da Paraíba, Jackson Macêdo, foi um dos que se posicionou contrário ao Projeto de Lei do deputado estadual Walber Virgolino, do PL, que visa proibir a realização da Marcha da Maconha em território paraibano.

O dirigente lembrou que o Brasil adota o regime democrático, que garante a liberdade de expressão da população.

“Não concordo coma proibição da realização da marcha porque estamos em uma democracia. Isso é liberdade de expressão. As pessoas têm o direito de se expressar”, pontuou.

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